terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Os Episódios Mais Bem Escritos de 2015

Em jeito de retrospectiva do ano 2015, o Olhar Crítico destacou 15 séries e elegeu os seus episódios mais bem escritos. Atenção: Não se está a eleger as melhores séries, mas sim a escrita dos episódios.
Confira a lista.

15 - The 100 - 2x08 (Spacewalker), escrito por Bruce Miller.


A segunda temporada da série juvenil decresceu em termos qualitativos, mas o episódio Spacewalker tem tudo o que nos apaixonou na primeira, nomeadamente a morte de personagens importantes, a mestria na construção de tensões crescentes e a resolução original e apoteótica de conflitos, gerando outros maiores e mais interessantes.

14 - The Knick - 2x10 (This Is All We Are), escrito por Jack Amiel e Michael Begler.


Todos os episódios de The Knick são igualmente bons, sendo difícil escolher o melhor. Contudo, o final da segunda temporada, ao manter a consistência na estranha exploração - e no desenlace - da jornada de cada um dos personagens, atira também, sem pudor, para cima da mesa - e de modo tocante - o tema desta segunda parte da história de Thackery na última cena, ligando-o ao jogo de luzes em que a realização se debruça.

13 - Transparent - 2x02 (Flicky-Flicky Thump-Thump), escrito por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster.


Todos os episódios de Transparent funcionam como um só, destacando-se impreterivelmente. Contudo, penso que seja no segundo episódio desta temporada que se começa a vincar mais fortemente o egoísmo e a auto-centralidade que reina na família disfuncional, ao mesmo tempo em que se respeita o princípio da verosimilhança e da causalidade.

12 - Game Of Thrones - 5x10 (Mother's Mercy), escrito por David Benioff e D. B. Weiss.


Mais fraca e esquizofrénica que as temporadas anteriores, Game Of Thrones logrou salvar a honra da quinta temporada no último episódio, com cenas de cortar a respiração e com finais satisfatórios, emotivos, surpreendentes e inteligentes.

11 - Homeland - 5x11 (Our Man in Damascus), escrito por David Fury.


A cena de tensão de Allison com a arma e a de Carrie na estação de metro procurando os terroristas fazem do penúltimo episódio da quinta temporada de Homeland o melhor. Convém salientar a evolução da qualidade na escrita comparativamente à temporada anterior.

10 - Orange Is The New Black - 3x03 (Empathy Is a Boner Killer), escrito por Nick Jones.


A comédia dramática teve em Empathy Is a Boner Killer um dos melhores episódios, nomeadamente na brilhante cena de reconciliação de Piper e Alex, que metamorfoseiam o que sentem uma pela outra ao interpretarem uma cena numa mercearia durante uma aula de teatro. O destino de Nicky, bem como a sua adição, foi igualmente trabalhado com mestria ao longo de todo o episódio.

9 - Les Revenants - 2x08 (Les Revenants), escrito por Fabrice Gobert e Audrey Fouché.


Delicadamente aterrador, o último episódio da série Les Revenants conseguiu recuperar o espírito arrepiante da primeira temporada e esclareceu o mistério principal, ao fazer de Victor a chave de tudo. As rimas entre as visões do rapaz e a realidade do final do episódio foram também muito satisfatórias.

8 - Modern Family - 7x04 (She Crazy), escrito por Elaine Ko.


Os elementos de comédia funcionaram brilhantemente no episódio em que os patinhos de Phil nascem. Tendo em conta que é extremamente difícil escrever boa comédia, este é um episódio que realmente se destacou em 2015, ao aliar a ternura à comicidade e à surpresa.

7 - The Leftovers - 2x08 (International Assassin), escrito por Damon Lindelof e Nick Cuse.


Funcionando quase como um meta-episódio, International Assassin teve o nonsense e a cheesiness típicos de Lost, que sempre me apaixonaram. Além de ser um episódio crucial para a história, toda a estranha situação da morte de Kevin, tendo ido parar ao purgatório, é escrita de forma originalmente empolgante, deixando-nos colados ao ecrã. A mensagem moralista e deselegante de The Leftovers, laudatória da igreja católica, ficou muito mais vincada nesta temporada, mas nem por isso deixou de ter momentos de estranha beleza e interesse.

6 - American Horror Story - 5x01 (Checking In), escrito por Ryan Murphy & Brad Falchuk.


Desde Murder House que American Horror Story não nos apresentava um primeiro episódio que realmente lançasse as bases para todo o resto da temporada. Este, de facto, prova-nos que Ryan Murphy pensou no que queria fazer. Simples, mas com todos os pontos essenciais para o entendimento da história lançados, Checking In é, decerto, um dos melhores episódios da série, que já se havia esgotado na segunda temporada.

5 - House of Cards - 3x06 (Chapter 32) escrito por Melissa James Gibson


O episódio em que Frank e Claire viajam para Moscovo é uma corrida contra o tempo, sendo que as negociações para se libertar um prisioneiro homossexual americano ocorrem em duas frentes. Desta vez, não é só Frank que joga abertamente este Xadrez humano. É também Claire. O culminar do episódio é catastroficamente soberbo.

4 - The Affair - 2x12 (212), escrito por Sarah Treem, e 2x09 (209), escrito por David Henry Hwang e Alena Smith.


No último episódio da temporada, o mistério sobre o assassinato do irmão de Cole é finalmente desvendado. Contudo, é mais inteligentemente complexo do que se possa imaginar. E, no entanto, faz sentido, tendo em conta cada uma das pistas que nos foram sendo apresentadas ao longo de toda a série. Isto é boa escrita. Do melhor que há em televisão.
Já o nono episódio é mais um em que os escritores decidiram arriscar. É que nesta temporada, para além de nos serem apresentados os pontos de vista dos personagens secundários, o episódio 209 decidiu pô-los de lado e apresentar-nos os acontecimentos por ordem cronológica. E, mais uma vez, resultou. Os personagens foram fechados em espaços de forma a que se apurassem muito mais as acções e as hecatombes daí resultantes.

3 - Banana - 1x04 (Helen) e 1x07 (Amy), escritos por Charlie Covell.


O que de melhor têm Helen e Amy é a simplicidade com que são escritos: Uma personagem, uma situação.
Contudo, é imperativo que se saliente também a forma como são resolvidos os finais das personagens, deixando-se de lado os clichés. Ademais, sendo esta uma série que explora as novas tecnologias, o episódio quatro é o que melhor resulta, mostrando-nos a história de uma mulher transgénero que vê os seus vídeos íntimos serem expostos nas redes sociais.

2 - Mr. Robot - 1x06 (eps1.5_br4ve-trave1er.asf), escrito por Kyle Bradstreet, 1x05 (eps1.4_3xpl0its.wmv), escrito por David Iserson, e 1x01 (eps1.0_hellofriend.mov), escrito por Sam Esmail.


A melhor série de 2015 teve, obrigatoriamente, dos melhores episódios que vi este ano. O sexto episódio foi especialmente majestoso, ao mostrar-nos a busca incessante do protagonista pela namorada raptada pelo perigoso ex-namorado. É tão difícil escrever-se uma série boa em cinco actos, combatendo-se a ditadura da publicidade. Mas Mr. Robot ganha todas as batalhas.
É de salientar também o episódio piloto, que estrutura o capítulo e, consequentemente, toda a temporada, milimetricamente.

1 - Supernatural - 11x04 (Baby), escrito por Robbie Thompson.


A par de Once Upon A Time ou Pretty Little Liars, Supernatural é das piores séries da actualidade. Contudo, surpreendentemente, teve o melhor episódio de 2015. É que Baby, o episódio cuja acção ocorre dentro do Impala e/ou a partir do ponto de vista do carro, é um exercício bem sucedido de escrita criativa. E, no entanto, está lá tudo relativo à essência da série: O amor dos irmãos, o caso sobrenatural (explorado desta vez soberbamente), o misticismo das primeiras temporadas e o enredo da temporada actual.
Não acredito que muitos argumentistas consigam escrever algo realmente bom à volta de um espaço tão pequeno como é um carro. E Robbie Thompson provou que o seu cérebro não está morto, ao contrário do dos restantes membros da equipa de guionistas.

Menções Honrosas:
Looking - 2x06 (Looking for Gordon Freeman), escrito por JC Lee.


Sense8 - 1x01 (Limbic Resonance) e 1x02 (I Am Also a We), escritos por The Wachowskis e J. Michael Straczynski.


Wayward Pines - 1x02 (Do Not Discuss Your Life Before), escrito por Chad Hodge, e 1x05 (The Truth), escrito por Blake Crouch e The Duffer Brothers.


Masters of Sex - 3x12 (Full Ten Count), escrito por Michelle Ashford.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

As melhores séries da actualidade

Quer começar a ver uma série nova? Mas qual? Existem tantas: Portuguesas, americanas, inglesas, francesas. E de que género? Drama? Ficção Científica? Terror?
O Olhar Crítico reuniu as melhores séries dos últimos anos e categorizou-as de acordo com o seu género. Basta escolher uma (ou várias!) e dar início ao tragamento.

DRAMA

Breaking Bad


A história de um aborrecido professor de química que se torna num perigoso produtor de metanfetaminas é exímia em termos do respeito pela estrutura clássica da escrita de argumento e, seguramente, a melhor dos últimos dez anos. Veja o trailer aqui.

House Of Cards



A série em que o protagonista é o vilão, que é capaz de tudo para ser presidente dos Estados Unidos, é muito mais do que uma crítica ao mundo corrupto da política. É uma das histórias com desempenhos, guiões e realização mais brilhantes de sempre. Veja o trailer aqui.

CRIME

Homeland


Perspicazmente inconveniente, Homeland é a brutal história de Carrie Mathison, uma agente da CIA que se apaixona por um ex-prisioneiro de guerra suspeito de se ter convertido ao islamismo radical. Chocante e cativadora, Homeland é a série de excelência que retrata o mundo actual. Veja o trailer aqui.

Dexter


As "séries de personagem" são perigosas: Ou os protagonistas se tornam imortais, mesmo finda a história, ou não sobrevivem à primeira temporada. E, com esta produção, Michael C. Hall vai para sempre ficar conhecido como o complexo serial killer que mata criminosos. Veja o trailer aqui.

ROMANCE

The Affair


Não há muitas séries tão originais quanto esta. Em cada episódio, a história do amor proibido de dois amantes é contada segundo a perspectiva de cada um - que é diferente. Este jogo de percepções, aliado à crueza das prestações dos protagonistas, faz de The Affair um achado. Veja o trailer aqui.

Masters Of Sex


Absolutamente genial, Masters Of Sex é muito mais do que o retrato da revolução sexual nos Estados Unidos. É a história de amor entre dois investigadores do sexo, escrita de uma forma tão inteligente e atractiva que cada episódio é um evento televisivo. Veja o trailer aqui.

TERROR/HORROR

Les Revenants


A série francesa sobre pessoas que, anos após a sua morte, ressuscitam sem razão aparente é originalmente arrepiante. Pela realização cuidada e sombria. Pelas histórias intrigantes dos personagens. Pelo cruzamento hiper-inteligente de arcos narrativos. Veja o trailer aqui.

Hannibal


Hannibal é a série mais brutal, animalesca, artística e menos comercial transmitida em sinal aberto nos EUA. É que a história sobre o psicopata mais famoso do mundo tem o apanágio de aliar os assassinatos mais hediondos e os actos mais tartáreos à beleza cinematográfica. Veja o trailer aqui.

MISTÉRIO

Lost


Lost é uma das séries que mudou o modo de fazer televisão a nível mundial. Com uma estrutura de telenovela desenvolvida com a mestria inigualável de J.J.Abrams, este pedaço de tele-literatura conta-nos a história de um grupo de passageiros de um avião que se despenha numa ilha de onde não há escapatória. Veja o trailer aqui.

The Leftovers


The Leftovers é a série que explora o tema da perda da forma mais complexa que existe. Quando parte da população mundial desaparece inexplicavelmente, o que acontece com os que cá ficam? Perversa, dura e quase absurda, esta história é a mais recente masterpiece que deve ser acompanhada. Veja o trailer aqui.

FICÇÃO CIENTÍFICA

Fringe


Fringe é a grande referência das séries de ficção científica do século XXI. Com inspirações em The X-Files, esta originalmente imaginativa série conta a história de Olivia Dunham, uma agente do FBI que começa a investigar crimes inauditos com a ajuda de um cientista louco e do seu filho. Veja o trailer aqui.

Sense8


Transgressora e humana, Sense8 mostra-nos a vida enlutada de oito pessoas que estão telepaticamente ligadas. Com um insigne trabalho de edição, esta história, dos criadores de Matrix, é carismaticamente sexy e apaixonante. Veja o trailer aqui.

HISTÓRICA

The Knick


Mais do que focar-se nas acções, The Knick desenrola-se com base nas emoções e nas expressões dos personagens. Desta feita, a série sobre o grassar da medicina moderna nos EUA desbrava terreno em televisão, muito devido à brilhante realização, a cargo do grande Steven Soderbergh. Veja o trailer aqui.

A Young Doctor's Notebook


Na época da Revolução Russa, um jovem médico chega a uma aldeia onde tem de pôr em prática as rudimentares técnicas médicas que pouco conhece. Esta surpreendente comédia negra aborda o tema da dúvida e do conflito interior da forma mais crua, cómica e dilacerante. Veja o trailer aqui.

COMÉDIA

The Comeback


The Comeback é, sem dúvida, a melhor comédia que já vi. Com notórias inspirações em The Office e Extras, a história da actriz falhada Valerie é uma contundente e genial crítica aos Reality Shows, funcionando como uma comédia triste e híbrida. Veja o trailer aqui.

Extras


Do visionário Ricky Gervais, Extras é a história de um figurante que aspira a ser actor de cinema. Paralelamente a The Office, esta série é uma verdadeira masterclass da escrita de comédia, contando com a inesperada presença de actores convidados de renome internacional. Veja o trailer aqui.

COMÉDIA DRAMÁTICA

Being Erica


A série com o melhor conceito de sempre conta a história de uma mulher falhada que, ao conhecer um terapeuta, viaja no tempo para refazer arrependimentos passados. Nenhuma outra série se equipara a Being Erica na evocativa abordagem das relações interpessoais. Veja o trailer aqui.

Orange Is The New Black


Com as personagens mais sumarentas da televisão contemporânea, Orange Is The New Black foca-se em Piper, que, anos depois de ter cometido um crime, vai parar à prisão e reencontra a sua antiga namorada. Esta é a série que melhor logra tornar os arcos dos personagens mais interessantes temporada após temporada. Veja o trailer aqui.

MÉDICA

House MD


House MD é das únicas séries comerciais e de repetitiva estrutura episódica que valem a pena. É que a história do brilhante e incongruente médico viciado em Vicodin é escrita e realizada de uma forma inigualável. Estamos perante a excelência dos dramas médicos. Veja o trailer aqui.

Sirens


Prematuramente findada, esta comédia dramática é uma das que melhor joga com a dualidade vida pessoal/ profissional, ao cruzar e intercalar inteligentemente os desconcertantes casos médicos de cada episódio com os problemas de três amigos paramédicos e disfuncionais. Veja o trailer aqui.

TEMÁTICA LGBT

Transparent


A série mais honesta, e, por isso, revolucionária, sobre a identidade de género funciona como uma inteligente "comédia travestida", por abordar temas familiares e tabu ao sabor de uma escrita superior. Daquelas cuja genialidade é praticamente impossível de alcançar. Veja o trailer aqui.

Looking


Ao contrário de Girls, a série sobre os amores e desamores um grupo de amigos homossexuais tem personagens realmente cativantes e uma escrita que se apodera de nós quando menos esperamos. Emocionante, crua, sexy e real. É uma das séries que devemos ver se queremos aprender alguma coisa sobre escrita para televisão. Veja o trailer aqui.

GUILTY PLEASURE

How To Get Away With Murder


A única série do universo de Shonda Rhimes que vale a pena conta a história da brilhante advogada Annalise, envolta numa teia de mentiras após a morte do marido. Apesar do ritmo exageradamente apressado e da cheesiness novelesca das relações interpessoais, How To Get Away With Murder sabe o que nos quer contar e tem interpretações notáveis. Veja o trailer aqui.

Orphan Black


Com a magnífica prestação de Tatiana Maslany a assumir várias personagens, Orphan Black conta a história de Sarah, que descobre ser um clone e que corre risco de vida. A qualidade da escrita vai decrescendo, mas a realização e a edição acrescentam um poderoso valor à série. Veja o trailer aqui.

OUTRAS

                             FANTASIA                                                MELODRAMA                                Game Of Thrones                                        Brothers & Sisters    
                 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Ó Cristina, tens cá (mais) disto?

Não sei em que medida a transmissão das entrevistas às personalidades que são capas da revista Cristina irão afectar as vendas da publicação. Sinceramente, pouco me importa. O que realmente importa é que Cristina é talvez o melhor programa que a TVI já teve na faixa das 19h.


Afigurando-se como a melhor alternativa a um concurso brejeiro e saturado e às fastidiosas telenovelas brasileiras que crescem como cogumelos, Cristina é a bendita lufada de ar fresco na programação da TVI.
É que há muito que não se dava espaço a um programa sério - de conversas intimistas, de vida, e despretensiosas - e, ao mesmo tempo, attirant.


Sim, Cristina, à semelhança de Alta Definição, entrevista o kitsch da sociedade portuguesa. E, sim, a realização não é a mais inventiva (até porque inicialmente as gravações serviriam apenas para efeitos de making of da revista). Mas há espaço para a conversa. Não vemos flashes a torto e a direito, acompanhados de inúmeros cortes bruscos, a conspurcar a imagem. E há a tal verdade, que a entrevistadora Cristina Ferreira tanto insiste em promover.


Em relação ao sumo e à organização das perguntas, é notório que a co-apresentadora do Você na TV! não é a mais inteligente entrevistadora em Portugal. Mas sabe o que perguntar e sabe o que os telespectadores querem ver respondido. Mesmo o mais difícil. E é bem sucedida nesse aspecto.
Não me interpretem mal: Este não é um programa original nem marca o panorama audiovisual português. Todos sabemos que não é por acaso que está no ar na TVI. É óbvio que o canal sabe que Cristina Ferreira trará audiências. E Cristina sabe que mais tempo de antena só a torna ainda mais conhecida.


Todavia, jogos de interesses à parte, este programa, que acaba por ser um tanto ao quanto gourmet, ao mesmo tempo que, curiosamente, é assistido pela camada menos letrada da população, inova por marcar presença num horário estranho, mas que, surpreendentemente, funciona e é bem sucedido.
Se a palavra Cristina significa também balão de oxigénio e variedade, então ela que nos traga mais uma fornada de entrevistas.

Cristina pode ser visto às 19:30h, de segunda a sexta-feira, na TVI.

Classificação: ☆*



*
☆☆☆☆☆- Péssimo
★☆☆☆☆- Mau
★★☆☆☆- Razoável
★★★☆☆- Bom
★★★★☆- Muito Bom
★★★★★- Excelente

sexta-feira, 27 de março de 2015

Prémios Olhar Crítico Verão 2014 - Primavera 2015

Após uma longa ausência, apresento agora o que de melhor se fez na ficção televisiva desde o Verão de 2014 até hoje.
Convém salientar que premiei apenas as séries que acompanhei ao longo do tempo referido, pelo que a vossa série favorita pode não figurar neste post.

As séries analisadas foram as seguintes:
The Leftovers
Under The Dome
Pretty Little Liars
Switched At Birth
Supernatural
How To Get Away With Murder
Homeland
House Of Cards
Miranda
The Affair
The Walking Dead
Transparent
The Knick
Looking
American Horror Story - Freak Show
Modern Family
Once Upon A Time
Revenge
Rookie Blue
The Comeback
Bates Motel

Sem mais delongas, apresento as categorias, os nomeados e os respectivos vencedores.

Melhor Actriz Secundária


3º Lugar - Sarah Paulson (Bette e Dot Tattler, em American Horror Story - Freak Show)
2º Lugar - Frances Conroy (Gloria Mott, em American Horror Story - Freak Show)
1º Lugar - Melissa McBride (Carol Peletier, em The Walking Dead)

Melhor Actor Secundário


3º lugar - Rupert Friend (Peter Quinn, em Homeland)
2º Lugar - Ty Burrell (Phil Dunphy, em Modern Family)
1º Lugar - Finn Wittrock (Dandy Mott, em American Horror Story - Freak Show)

Melhor Actriz Principal


3º Lugar - Lisa Kudrow (Valerie Cherish, em The Comeback)
2º Lugar - Ruth Wilson (Alison Bailey, em The Affair)
1º Lugar - Viola Davis (Annalise Keating, em How To Get Away With Murder)

Melhor Actor Principal


3º Lugar - Dominic West (Noah Solloway, em The Affair)
2º Lugar - Jeffrey Tambor (Maura Pfefferman, em Transparent)
1º Lugar - Clive Owen (Dr. John W. Thackery, em The Knick)

Melhor Argumento


3º Lugar - Looking
2º Lugar - The Leftovers
1º Lugar - The Affair

Melhor Realização


3º Lugar - The Comeback
2º Lugar - House Of Cards
1º Lugar - The Knick

Melhor Série


3º Lugar - The Knick
2º lugar - Transparent
1º lugar - The Affair

 
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