domingo, 22 de Junho de 2014

PRÉMIOS OLHAR CRÍTICO 2013/2014

Mais um ano, mais uma edição dos prémios "Olhar Crítico". Em destaque estão os programas transmitidos desde Setembro de 2013 até ao presente. Convém salientar que premiei apenas algumas das séries que acompanhei durante o último ano, pelo que a vossa série favorita pode não constar desta lista:
True Detective
Breaking Bad
Revenge
The Walking Dead
Game Of Thrones
Once Upon A Time
Orange Is The New Black
Switched At Birth
Bates Motel
Pretty Little Liars
Supernatural
Modern Family
American Horror Story
Hannibal
Orphan Black

Desta feita, passemos às categorias e aos respectivos vencedores:

Melhor argumento


3º Lugar - True Detective
2º Lugar - Hannibal
1º Lugar - Breaking Bad

Melhor realização


3º Lugar - Hannibal
2º Lugar - True Detective
1º Lugar - Orphan Black

Melhor actriz secundária


3º Lugar - Uzo Aduba (Suzanne "Crazy Eyes" Warren, em Orange Is The New Black)
2º Lugar - Kate Mulgrew (Galina "Red" Reznikov, em Orange Is The New Black)
1º Lugar - Melissa McBride (Carol Peletier, em The Walking Dead)

Melhor actor secundário


3º Lugar - Aiden Gillen (Petyr "Littlefinger" Baelish, em Game Of Thrones)
2º Lugar - Peter Dinklage (Tyrion Lannister, em Game Of Thrones)
1º Lugar - Aaron Paul (Jesse Pinkman, em Breaking Bad)

Melhor vilã


3º Lugar - Lorraine Toussaint (Vee Parker, em Orange Is The New Black)
2º Lugar - Rebecca Mader (Zelena/ Wicked Witch, em Once Upon A Time)
1º Lugar - Madeleine Stowe (Victoria Grayson, em Revenge)

Melhor vilão


3º Lugar - Iwan Rheon (Ramsay Snow, em Game Of Thrones)
2º Lugar - Mads Mikkelsen (Dr. Hannibal Lecter, em Hannibal)
1º Lugar - Bryan Cranston (Walter White, em Breaking Bad)

Melhor actriz principal


3º Lugar - Jessica Lange (Fiona Goode, em American Horror Story: Coven)
2º Lugar - Vera Farmiga (Norma Bates, em Bates Motel)
1º Lugar - Tatiana Maslany (Sarah Manning, Cosima Niehaus, Alison Hendrix, Rachel Duncan, Helena, em Orphan Black)

Melhor actor principal


3º Lugar - Hugh Dancy (Will Graham, em Hannibal)
2º Lugar - Matthew McConaughey (Rust Cohle, em True Detective)
1º Lugar - Bryan Cranston (Walter White, em Breaking Bad)

Melhor cena


3º Lugar - Batalha na prisão (The Walking Dead, episódio 4x08, Too Far Gone) - Ver no Youtube [a cena não está completa]
2º Lugar - Discurso final de Cohle (True Detective, episódio 1x08, Form And Void) - Ver no Youtube
1º Lugar - Assalto à stash house (True Detective, episódio 1x04, Who Goes There) - Ver no Youtube

Melhor série


3º Lugar - Game Of Thrones
2º Lugar - Breaking Bad
1º Lugar - Hannibal

domingo, 25 de Maio de 2014

ESTRELA DECADENTE (CRÍTICA A RISING STAR)

O único aspecto inovador de Rising Star é o processo de votação. E isso não chega para o tornar num bom programa.

Foi apresentado pela TVI como uma lufada de ar fresco. Este seria o programa que iria revolucionar o entretenimento em televisão para sempre. Afinal de contas, o formato que aproxima ainda mais a televisão da internet foi um sucesso na Arábia Saudita e foi comprado por inúmeros países, incluindo os Estados Unidos. Mas a verdade é que, pelo menos em Portugal, Rising Star - A Próxima Estrela não passa de um medíocre programa de cantigas. E a isto se devem vários factores.


É certo que este é um programa "jovem", como tal percebo que Cristina Ferreira e Manuel Luís Goucha não tenham sido escolhidos para o apresentar. O problema é que, sem eles, a TVI não tinha mais ninguém competente à disposição.
A escolha acabou por recair em Leonor Poeiras, que, embora lhe tenha torcido o nariz antes de o programa estrear, está a ter uma muito satisfatória prestação. Contudo, Pedro Teixeira não foi, de todo, a melhor opção para co-apresentar uma das maiores apostas do ano do canal quatro.


O ex-companheiro de Cláudia Vieira surge sempre visivelmente nervoso, soltando risadinhas irritantes a cada três segundos, não sabe o que perguntar às pessoas que tem à frente, nem tampouco dizer-nos quem são. Ademais, apercebemo-nos de que a sua presença é dispensável porquanto apenas surge a entrevistar familiares dos participantes nos minutos em que urge encher-se chouriços, enquanto os telespectadores fazem check-in na aplicação do programa para poderem depois votar, ou para concordar com o que Leonor Poeiras diz.


Mas este pseudo-apresentador não é a única fava no bolo. O painel de jurados é do mais tíbio e enfadonho que alguma vez vi em televisão. Arrisco mesmo em dizer que a falta de vitalidade de cada um dos elementos nos faz esquecer que eles têm um dos papéis mais importantes na escolha dos concorrentes que estão a cantar. Nunca vi jurados com tanta falta de química, a discursarem em tom pianíssimo, sem projecção na voz, e a dizerem inauditos despautérios, fruto de parvoíce crónica (como apelidarem musicais da Broadway de "azeitolas", sem a mínima justificação - como se a houvesse).


Tudo isto aliado ao facto de o programa assentar sempre nos mesmos moldes (os concorrente surgem em palco, cantam antes de saberem se passaram para a fase seguinte e dão depois lugar aos seguintes) torna-o repetitivo e desinteressante. Porque, tal como dizia Teresa Guilherme numa entrevista ao A Televisão, se os telespectadores não encontrarem num Talent Show um concorrente por quem queiram muito torcer, é difícil manterem o interesse. E é preciso saber-se dinamizar um programa deste tipo. Ter-se vários truques na manga. Porque apenas promovê-lo como um concurso em que o processo de votação é distinto dos demais nem é naïve; é simplesmente acéfalo.


Acredito que o formato em si tenha os ingredientes certos para ser fantástico. A questão é saber escolher-se os ingredientes de qualidade.

Rising Star - A Próxima Estrela é transmitido aos Domingos, na TVI, por volta das 21:20h.

Avaliação: *


*
☆☆☆☆☆- Péssimo
★☆☆☆☆- Mau
★★☆☆☆- Razoável
★★★☆☆- Bom
★★★★☆- Muito Bom
★★★★★- Excelente

sábado, 17 de Maio de 2014

ENTRETENIMENTO DE EXCELÊNCIA (CRÍTICA A MASTERCHEF PORTUGAL)

Conquanto a sua edição pudesse ser ainda mais elaborada, é notório o empenho da TVI em fazer de Masterchef Portugal a sua melhor mega-produção dos últimos anos.

A aposta numa programação da excelência nunca é um erro. O público, por mais baixa que seja a classe a que pertence, sabe o que é boa televisão e almeja assisti-la. O truque para o sucesso é encontrar-se um equilíbrio entre o gourmet televisivo e a programação para massas. E Masterchef Portugal fá-lo eximiamente.


O programa já não é novidade por terras lusitanas. Em 2011, a RTP foi a estação televisiva que decidiu enveredar pelo mundo das competições culinárias ao apostar numa versão portuguesa deste sucesso internacional. E saiu-se optimamente.
Contudo, ao compararmos a versão do canal público com a da TVI, chegamos à conclusão de que o programa do canal quatro é bem mais fiel às versões estrangeiras em praticamente todos os aspectos - nomeadamente à australiana: Nos desafios executados (que não se limitam a explorar a comida portuguesa), no cenário, na aposta em provas exteriores e no ambiente em geral.


O seu funcionamento é bastante simples, mas bem estruturado e attirant: Primeiro, os aspirantes a Masterchef competem entre si numa prova que dá vantagem ao vencedor no desafio no exterior, altura em que são divididos por equipas e a que tiver um desempenho aquém do esperado é levada a uma eliminatória, de onde um dos concorrentes é eliminado.


Apenas a realização e edição poderiam ter sido mais bem pensadas nesta aposta da TVI, não que nos tenham mostrado um frouxo trabalho. Nada disso. Mas acontece que, aqui e ali, encontramos erros de edição básicos, como por exemplo a repetição de uma fala ou de uma cena. E a realização, essa, poderia ser bem mais frenética, de modo a acentuar-se a pressão que os concorrentes sentem em cada uma das provas que enfrentam. Nesse aspecto até Chefs' Academy, da RTP1, fez um trabalho mais competente.


E porque um programa deste tipo só funciona graças aos concorrentes, importa exaltar o leque de participantes, dotado de algumas figuras carismáticas e marcantes, transbordantes de emoções, que, em casa, nos fazem sentir empatia para com eles.


Já o júri não me convence tanto quanto os concorrentes, embora esteja a melhorar cada vez mais em termos de prestação. É que é notório o pouco à-vontade de Miguel Rocha Vieira e Rui Paula nos momentos em que têm de explicar uma prova ou apresentar ou convidado especial. Por seu turno, Manuel Luís Goucha conseguiu encontrar um registo diferente do que tem em Você na TV!, sem nunca perder a autenticidade, provando mais uma vez ser o melhor comunicador que actualmente podemos ver em televisão.


A televisão tem de evoluir. O público está a ficar mais exigente. E a qualidade dos programas transmitidos tem de corresponder a essa exigência.
E com programas com a qualidade de Masterchef, a TVI não só mantém o seu público habitual, como dá um docinho aos telespectadores da classe A, que nunca deveria ser esquecida. Não estamos perante Strawberries Arnaud, mas também não temos aqui um gelado de gelo do café da esquina. Temos tudo o que está entre esses dois pólos. E é tão delicioso.

Masterchef Portugal é transmitido na TVI aos sábados, por volta das 21:50h.

Classificação: *



*
☆☆☆☆☆- Péssimo
★☆☆☆☆- Mau
★★☆☆☆- Razoável
★★★☆☆- Bom
★★★★☆- Muito Bom
★★★★★- Excelente

domingo, 9 de Fevereiro de 2014

NÃO SEI SE É SERVIÇO PÚBLICO (CRÍTICA A SABE OU NÃO SABE?)

Um programa, com intenções questionáveis e uma forte componente pimba, que só resulta graças ao apresentador.

Se Vasco Palmeirim me abordasse na rua para responder à pergunta "Sabe ou Não Sabe? é um bom programa de serviço público?" eu, provavelmente, não teria uma resposta segura para lhe dar. É que o facto de assentar numa premissa que se prende com a escolha de pessoas, ao acaso, na rua, com base na aparência e em ideias pré-concebidas a ela ligadas, para responderem a determinadas perguntas não faz do concurso a escolha mais inócua e acertada para o canal do Estado.


É claro que se pode contra-argumentar, dizendo que muitas das pessoas escolhidas acabam por dar uma resposta contrária à que o concorrente espera que dêem, provando, desta forma, que recorrer-se a preconceitos não é a melhor solução. Mas, ainda assim, não se deixa de pôr os telespectadores em casa a olhar para as pessoas que passam pelo concorrente e dizerem "olha, aquela ali é uma mulher, por isso não deve saber esta pergunta sobre futebol" ou "aquele é muito novo para saber quem foi o Martin Luther King".


É claro que existem perguntas de cultura-geral e viaja-se por este Portugal fora, numa tentativa de tornar este um programa de serviço público. Mas o seu foco principal, o que nos chama mais a atenção, como já ficou percebido, não é, irrefutavelmente, a componente das questões, que parecem, permitam-me, pouco pensadas e trabalhadas, nem tampouco os locais que nos mostram, sobre os quais nada de interessante nos é dito; aliás, até se torna assaz aborrecido ver Palmeirim saltitar incansavelmente, durante um período de tempo embaraçosamente longo, pelas bancas da feira de Outubro de Vila Franca de Xira ou entre fãs da Ágata com bandoletes luminosas e fluorescentes na cabeça.


Com efeito, este programa, ao viajar pelo país, vai sempre parar a sítios sopeiros, que nenhum valor ou conhecimento nos acrescentam. Haverá quem diga que faz parte das funções do serviço público de televisão mostrar essa portugalidade. Mas a questão é que demasiados programas - inclusivé dos canais privados - o fazem, dando-se a ideia de que Portugal é só pimba. E pimba não é portugalidade; é mau gosto. A propósito disto, considero que urge cercear este tipo de caminhos para os programas da RTP.


A colocação de Palmeirim na condução do programa, por seu turno, não pode ser considerada uma estulta ideia de mau gosto. Ele é alegre, entusiasta, frenético, incansável, bem ao estilo do programa. Mas também é um óptimo apresentador de televisão, senão mesmo o melhor da sua geração. E este programa dá-lhe o espaço que precisa para se mexer, brincar, entreter, ser único e para torná-lo seu.


Este é o programa de Vasco Palmeirim. Não é o Sabe ou Não Sabe?. Porque, se o programa tivesse outro apresentador, as suas falhas, incluindo as fragilidades da realização, seriam muito mais perceptíveis. Mas como o apresentador é ele, de algum modo tudo funciona e me deixa na dúvida se este é um programa que faz sentido existir na RTP ou não.

Sabe ou Não Sabe? é transmitido aos sábados, às 21:16h, na RTP1.

Avaliação: *




*
☆☆☆☆☆- Péssimo
★☆☆☆☆- Mau
★★☆☆☆- Razoável
★★★☆☆- Bom
★★★★☆- Muito Bom
★★★★★- Excelente

segunda-feira, 30 de Dezembro de 2013

OS 20 MELHORES MOMENTOS DE 2013

Agora que o ano está a acabar, o Olhar Crítico decidiu fazer uma retrospectiva dos melhores momentos das séries televisivas de 2013. E escolheu 20.


Importa relembrar que, como é óbvio, não acompanho todas as séries de televisão que existem, pelo que a vossa série favorita pode não constar neste top.


20. O casamento de Emily e Daniel (Revenge)



Todos os fãs de Revenge, ao longo de toda a terceira temporada, esperavam este casamento. Foi um dos momentos que mais emoções e espectáculo gerou.
Episódio 3x10, Exodus.


19. O regresso de Lydia (Revenge)


Ninguém esperava o regresso de uma personagem que todos julgavam morta. Lydia não só regressou aos Hamptons, como o fez em grande estilo. Este foi um dos segredos mais bem guardados da série da ABC.
Episódio 3x08, Secrecy.


18. Norman assume a personalidade da mãe (Bates Motel)


A situação em que Norman é rejeitado por Bradley desencadeia um momento de elevada tensão entre os dois, na qual Norman repete, irado, as palavras que a mãe anteriormente lhe dissera sobre a rapariga. Penso que todos os fãs acharam que o rapaz iria assassinar a sua apaixonada.
Episódio 1x07, The Man In Number 9.


17. Peter Pan é pai de Rumpelstiltskin (Once Upon A Time)


Esta é a pior temporada de Once Upon A Time. Talvez por isso não esperasse revelações chocantes e inteligentes. Mas houve. No momento em que o pai de Rumpelstiltskin abdica dele, para ficar sozinho em Neverland, é revelado que ele é Peter Pan, o vilão da primeira parte da terceira temporada.
Episódio 3x08, Think Lovely Thoughts.




16. Barricada em Monsanto (Depois Do Adeus)



A cena em que um grupo de civis entra em conflito com militares numa barricada em Monsanto, em 1975, é a melhor de toda a série da RTP. Para agravar a situação, Álvaro e Maria do Carmo têm que levar o filho João ao hospital e não o podem fazer porque a barricada impede-lhes a passagem.
Episódio 1x14, Golpes e Contragolpes.



15. Alison está mesmo viva (Pretty Little Liars)


Finalmente nos deram garantias de que a Alison está, de facto, viva. A conversa entre ela e as pequenas mentirosas, no final do episódio de Halloween, foi um dos acontecimentos mais importantes da série.
Episódio 4x13, Grave New World.


14. Daniel atinge Emily a tiro (Revenge)


Não foi uma revelação inesperada. Confesso que já desconfiava que seria Daniel quem atiraria sobre Emily no dia do seu próprio casamento. Mas o ambiente desse acontecimento colou, quero acreditar, toda a gente ao ecrã.
Episódio 3x10, Exodus.


13. Kevin morre (Supernatural)


A última cena da midseason finale de Supernatural foi surpreendente, não só pelo facto de um dos personagens mais importantes da série ter morrido, mas sobretudo pela incrível prestação de Jared Padalecki, ao interpretar um anjo que, por sua vez, estava a fazer-se passar por Sam e matou o profeta.
Episódio 9x09, Holy Terror.


12. O surgimento de mais um clone (Orphan Black)


O último episódio da primeira temporada de Orphan Black trouxe-nos mais um clone e, consequentemente, mais um desafio de representação para a fantástica Tatiana Maslany, que provou, mais uma vez, que é uma das melhores actrizes da actualidade. As cenas entre clones são, todas elas, espectaculares e grandes momentos de televisão.
Episódio 1x10, Endless Forms Most Beautiful.


11. A morte de Shelby (Bates Motel)


Mais do que a morte de Shelby em si, toda a segunda parte do episódio seis de Bates Motel foi um dos melhores momentos de televisão deste ano. Foram cerca de 20 minutos de sobressaltos, de tiroteios, agressões e imprevisibilidade. É que não se sabia quem iria morrer.
Episódio 1x06, The Truth.


10. Carol confessa ter morto Karen e David (The Walking Dead)


Não estava à espera desta revelação. A conversa entre Rick e Carol provou, mais uma vez, a brilhante forma como os personagens estão a evoluir em The Walking Dead. Isto, aliado a uma boa prestação de ambos os actores, tornou o momento arrebatador.
Episódio 4x03, Isolation.


09. Will descobre a verdade sobre Dr. Lecter (Hannibal)


De regresso à casa de Hobbs, Will finalmente se apercebe de que Hannibal o esteve a manipular durante todo o tempo em que estiveram juntos e que ele é o verdadeiro culpado pelos homicídios macabros que foram sucedendo. O momento da epifania de Will leva-o a tentar matar Dr. Lecter. Contudo, o psicopata gere a situação de modo a que Will volte para a cadeia. O encontro final entre os dois é delicioso.
Episódio 1x13, Savoreux.


08. O encontro de Sarah e Helena (Orphan Black)


Helena sempre foi uma personagem intrigante e perigosa. A cena do encontro entre Sarah e o seu clone transbordou de tensão e o clima e os diálogos entre as duas foram construídos de uma forma extremamente inteligente.
Episódio 1x04, Effects Of External Conditions.


07. O casamento vermelho (Game Of Thrones)


Ninguém, por todo o mundo, ficou indiferente ao massacre ocorrido durante a festa de casamento de Robb e Talisa. Alguns dos principais personagens foram assassinados a mando de Walder Frey, em jeito de vingança, naquela que foi a cena mais marcante da série da HBO, até ao momento.
Episódio 3x09, The Rains Of Castamere.


06. Debra morre (Dexter)



O final da série Dexter foi um acontecimento televisivo. Apesar de ter desiludido em alguns pontos, a cena da morte de Debra foi uma das mais emotivas da temporada e merece especial destaque neste top 20.
Episódio 8x12, Remember The Monsters?


05. Red e Nichols aliam-se contra Mendez (Orange Is The New Black)


Kate Mulgrew merece um Emmy pela sua prestação em Orange Is The New Black. A personagem da carismática actriz, nesta cena que a fez brilhar, alia-se a Nichols contra o guarda prisional Mendez, depois de perceberem que ele é o culpado pelo suicídio de Miller.
Episódio 1x10, Bora Bora Bora.


04. Norma mata Keith Summers (Bates Motel)




A série da A&E começou logo em grande, com o assassinato de Keith Summers por parte de Norma, depois de ele a violar. A cena é extremamente pesada e Vera Farmiga tem uma prestação incrível.
Episódio 1x01, First You Dream, Then You Die.


03. A batalha final contra o Governador (The Walking Dead)


Finalmente, os fãs de The Walking Dead puderam assistir a uma batalha a sério. E esta foi decisiva no curso que a história, a partir de agora, vai tomar. A prisão foi destruída, alguns personagens importantes morreram, mas a cena final entre Rick e Carl, já finda a guerra, foi a mais tocante de todas.
Episódio 4x08, Too Far Gone.


02. Ezra é a -A (Pretty Little Liars)


É raro ficar de queixo caído ao ser apanhado de surpresa por algo revelado numa série de televisão. Mas, desta vez, no momento em que se desvenda a identidade da pessoa que estava no esconderijo em Ravenswood, fiquei. Nunca pensei que Ezra pudesse estar directamente envolvido na teia de -A, nem que tivesse tido um passado com Alison. Esta foi a maior revelação de sempre da história de Pretty Little Liars.
Episódio 4x12, Now You See Me, Now You Don't.


01. Emma e Henry fogem para sempre de Storybrooke (Once Upon A Time)


Todo este episódio foi uma corrida contra o tempo, que deixou os fãs de Once Upon A Time com os nervos à flor da pele. Depois de Rumpelstiltskin se sacrificar pelo bem de todos, Regina tenta travar o feitiço lançado por Peter Pan. A solução encontrada por ela passa por quebrar a sua própria maldição, que irá destruir para sempre Storybrooke e fazer com que todos os personagens retornem ao mundo encantado. Mas, para isso, Regina terá de abdicar do seu bem mais precioso: Henry. É então que Emma e o seu filho deixam a cidade para sempre, esquecendo-se que alguma vez existiu. Esta midseason finale poderia ter sido o final de toda a série.


 
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